O mundo: uma combinação perfeita. Uma criação divina. Milhões de milênios a ser concluído. E após isso, todo o trabalho se encontra primoroso e belo.
Deus designou o mundo com as próprias mãos, as mesmas que procrastinaram e suaram a deparar com tudo em seu devido espaço.
O Tempo criou o mundo com si próprio, o tal que teve o trabalho de transformar um microscópico feitio de vida, em indivíduos humanos mortais, capazes de refletir sobre a própria existência.
Deus criou o orbe e desfrutou de toda a sua capacidade criadora para que cada minúcia se considerasse preenchida.
O Tempo evoluiu o universo transformou tudo, e cada qual se aperfeiçoou habituando-se e ajeitando-se a seu ver.
Deus armou o homem, o ser perfeito que decompôs tudo em artificialismo e variou como quis.
O Tempo desprendeu o homem após tempos idos de evolução para se refrearem, o Tempo perdeu a mão sobre sua cria e a transformou em um touro sem ginete.
O homem nomeado por Deus ficou autônomo. Não demorará a ele próprio criar seus mundos.
O Tempo repudiou o seu amplo domínio e admitiu a terra por conta dos homens que tanto cobiçam chegar ao superior.
Os sucessores de Deus e do Tempo estão a caminho para tomar o trono, o Tempo será velho. Deus estará cansado.
Restarão as suas criações mais perfeitas para dar prosseguimento a sua supremacia findável. Quem determina é o homem, ele faz as suas próprias evoluções e as suas próprias concepções.
Deus e o Tempo deram o passo inicial!
Eles desenvolveram, e agora seus filhos prodígios abandonaram seus mentores e estão defraudando vagarosamente os seus tronos. Resta saber:
Quais serão os portentos dos humanos?
Quem serão seus legatários? Seus filhos? Suas criações?
Confio que nada seja artificialismo.
E nada que não possa ter ou sentir emoções.
Porque os sentimentos são o toque principal.
De cada criação e de cada filho, só estará suscetível quando tiver seus anseios.
E levarão a preeminência em frente.
Tenhamos consciência do que fazemos caso contrário. O findável, será findado.
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