Dois grandes amigos na juventude se separaram por certo tempo.
Encontraram-se novamente anos depois, um se assustou com o outro, pois um deles se tornou padre e o outro cientista.
Começaram então a discutir sobre a origem da vida.
O cientista, ateu, explicou toda a teoria da evolução, todos os estudos feitos não só por ele, mas como por muitos grandes intelectuais.
Já o padre lhe explicou que é por isso que ele tem fé, acredita sem ver, sente o espirito sagrado.
Então o cientista ensinou que isso é puramente do psicológico de cada um.
Seu amigo então lhe perguntou por que a maioria da população no mundo é cristã.
Porque a maioria não quer aceitar a inexistência de um ser superior que os guarda. Foi a resposta do outro.
O debate seguiu e no fim eles acabaram não se acordando e estragaram o que foi uma grande amizade.
Um não pode aceitar o outro por puro orgulho. Afinal:
“O ser humano defende aquilo que lhe fez, e faz, ser o que é.”
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